quarta-feira, 12 de outubro de 2016

HOMENAGEM AO DIA DAS CRIANÇAS


Criança, que passa, que brinca;


Que ri e que chora e que tem só amor


Vive,mas não conhece a vida


Pois, vive num sonho mui encantador


Paz, se reina em teu ser


És pureza mais linda,


Oh! CriançaAmor, sim vive o amor


Só isto que sabe, que pensas e que vê


Vida! É isto que tens


Amor, esperança, riqueza e bondade


Flor! Ès a rosa em botão


Tens em seu coração amor e paz
______________
Nossa homenagem à todas as
crianças na comemoração de seu dia!


ДЕТЯМ


Ребенок, проходя, спортивный;
Смеясь и плача, и он имеет только любовь
Живет, но не знаю, жизнь
Для живущих в очень прекрасной мечте
Мир царит в вашем существе
Вы более красивой чистота,
О! Ребенок ...
Любовь, да любовь живет
Только то, что вы знаете, вы думаете, и вы видите,
Жизнь! Это то, что у вас есть
Любовь, надежда, богатство и доброта
Цветок! Э.С. кнопку в розовом
Вы имеете в своем сердце любовь и мир







sábado, 23 de julho de 2016

LINDA HISTÓRIA DE AMOR: Após 63 anos juntos, casal de idosos morre no mesmo dia no Sul de SC

Fernando, de 82 anos estava em casa; Delinda, de 86, morreu no hospital.'Triste, mas estamos tranquilos por terem feito a passagem juntos', diz neta.



Delinda e Fernando tiveram dez filhos

“Onde tá a mãe?”, perguntou Fernando Biz a uma das filhas logo no amanhecer da última terça (19), ao dar pela falta da mulher, Delinda, sua companheira dos últimos 63 anos na casa que dividiam em Araranguá, no Sul de Santa Catarina.

Aos 82 anos, com Alzheimer e marca-passo, Fernando foi poupado de saber que a mulher havia sido internada na noite anterior, após sentir dores no peito. “A mãe foi tomar umas vitaminas, pode dormir descansado, que daqui a pouco ela tá boa”, disseram. Fernando tomou café, pediu uma blusa e voltou para a cama.

Pouco depois das 7h, a filha foi até o quarto levar os remédios, mas Fernando já não vivia mais. Seis horas mais tarde, chegava do hospital a notícia: Delinda Biz, 86 anos, também havia morrido.

 Um não soube do outro
Já com a saúde debilitada, os dois há alguns anos viviam sob os cuidados de uma filha. A notícia da morte do casal, no mesmo dia, sem que um soubesse do outro, foi um baque para a família – são dez filhos, 23 netos, 17 bisnetos e uma tataraneta. Mesmo para quem já havia presenciado a avó dizer, mais de uma vez, que eles iriam “embora juntos”.
“Nos últimos meses a gente chegava e dizia: mas que ‘nona’ forte! E ela dizia: ‘nós estamos bons agora, mas vamos embora juntinhos”, conta uma das netas do casal, a gerente de franquias Greysian Biz, de 37 anos. “Ela era muito sensata, sensitiva, via as coisas de longe.”
Festa da igreja
Rose Biz, filha do casal, conta que eles se conheceram na roça, em uma festa da igreja que frequentavam. “O pai casou com 19 anos. Era um homem de antigamente, como se diz, um pouco fechado e sisudo. Aprendeu a ser assim. Mas era carinhoso e amável”, recorda.
De dona Delinda, Rose diz ter ficado com o exemplo da humildade e do amor. “Ela não suportava ver ninguém na família de cara virada. Sempre muito positiva, podia sentir a mais forte dor e não reclamava”, conta.
“Sempre faziam tudo juntos, se a nona saía de perto ele já perguntava onde ela estava, era um cuidado muito grande”, lembra a neta.
Para a Greysian, a perda repentina dos dois avós foi triste, mas a família se apoia agora nas lembranças. “A gente não vai ter o nono pra jogar partidas dominó e canastra, que ele gostava, sentadinho com as mãos na cadeira, mexendo os dedos pra frente pra trás. A gente chegava a qualquer hora na casa deles e tinha pão com doce de leite que ela fazia, bolo de chuva, cuca. Ninguém vai fazer igual”, diz Greysian.
Não esqueceu da nona
Nos últimos tempos, mesmo com os problemas de saúde, conta a neta, o agricultor aposentado e a dona de casa ainda mantinham o carinho que os uniu durante tanto tempo. Às vezes, a neta chegava e ele demorava um tempo para reconhecer seu nome e seu rosto. “Mas a minha nona em momento algum ele esqueceu. Ele podia esquecer de qualquer pessoa, menos dela."

O casal foi velado na mesma capela. “Apesar de tudo, estamos todos muito tranquilos por terem feito a passagem juntos.”
Casal se conheceu em festa religiosa em zona rural no Sul de SC

segunda-feira, 23 de maio de 2016

FACA NO PEITO


Como uma Faca no peito,
é dor que nãos se suporta,
deixa uma pergunta unica
sem resposta que satisfaça,
uma incógnita eterna
que te faz caminhar pela estrada da vida,
sem rumo e sem direção....
Busco em cada amanhecer uma resposta,
um objetivo e um sentido,
algo que me motive,
algo que preencha este vazio infinito...
Lembranças de um ontem,
um momento que sorrir era um prazer
é tudo que restou de uma vida passada,
o coração não concorda com a razão...
Onde está o sentido da vida?- Digam-me...
qual caminho a percorrer?
qual obstaculo   a vencer?
Ando como um cego procurando a luz
da imensidão perdido do paraiso perdido!
ninguém sabe onde esta a tal  felicidade,
para traz esquecida,
uma vida vazia...uma história perdida!
Uma lagrima que jamais cai
dos olhos feridos,
por causa da dor sempre  sentida!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Meus sonhos não serão esquecidos!

 


Escute aqui estas palavras aqui de meu interior;
ela é só o começo para a libertação!
Chegou a hora de meus sonhos serem realizados,
eles não serão deixados de lado e esquecidos!
como projetos passados, porque você vai ouví-los!

Escute: estou sozinho numa encruzilhada,
não estou em casa, na minha própria casa!
E eu tentei, tentei dizer-lhe o que está em minha mente,
você tem de saber que tentei...
e agora eu não sei...
eu não acredito que você não sabe o que estou sentindo...
Eu sou muito mais do que aquilo que você fez de mim!
Eu segui a voz que você me deu,
e agora eu tenho de achar  a minha própria...

Por isto estou aqui, prostrado,
dizendo a  você que quero recomeçar,
que consegui me perdoar e levantar,
mas preciso de você ao meu lado,
para poder em alguma coisa acreditar!

domingo, 10 de agosto de 2014

RESSURREIÇÃO


Onde caminha a alegria? 
Onde está o  sorriso?
Onde está a vontade de viver? A força que nos leva ao melhor da vida, onde está?
Sinto-me perdido em mim mesmo...
Onde está o fim?

As ruas estão escuras, 
os passos estão inseguros...
Tudo está vago,
a dor está sem nenhuma pressa,
Queima a alma,
fere o coração,
Não vejo o brilho do sol,
nem o explendor da lua,
pergunto pela alegria,
ela diz "não!"

Minhas forças se esvaiaram a ponto de pensar se tornar um fardo;
Já não quero mais correr,
 a vida passa e não a vejo
e nem quero perceber seu abraço!
Queria fechar meus olhos e não ter de abrir mais...

Minha alma está enlutada,
meu coração ferido,
meu sorriso fi-se pela vida a fora...
Sabe quando tenho tudo, mas nada me serve?
Sabe quando as portas estão  se abrindo,
ma sé você que já não vê motivos
para levantar e passar por elas?
Você nem viver quer mais,
mas a morte está distante...

É assim que está o coração,
de alguém que está vazio de tudo,
fraco, perdido, sem rumo; 
É assim que se sete aquele que busca pelos eu pai,
mas não o encontra;
aquele que busca o abraço da mãe,
mas isto já não é possivel;
aquele cujo o mais chegado do que um irmão
se tornou pior do que um judas;
aquele que não recebe o abraço de sua prole,
nem tem a sua própria lembrança em sua descendência,
aquele que caminhou na estrada do sucesso,
mas chegou na estação da  própria decadência!

É ai que tudo se acaba...
mas é dai que vem o milagre;
É das cinzas que a Fenix ressurge...
grandiosa, poderosa, fatal!
Para que haja a ressurreição,
é necessário que a morte aconteça!
è quando o passo final
se torna o ato reeinicial,
é quando das angústias e das dores,
o poeta torna a levantar...
Sentimentos se transformando em palavras,
suas próprias histórias sendo por seus leitores vividas!
Tocando a alma e o coração de quem o interpreta!
De pé ele continua sua missão!
O ponto final se transforma em reticências da continuação!
Não há quem o pare!
Aquele que está com ele é Forte!
O Senhor de todas as coisas o levanta e diz:
 Continue! Ainda há vida, ainda há emoção!
As palavras não se findaram...
A fé é a sua garantia;
É hora de viver um novo dia!

domingo, 13 de abril de 2014

A ultima poesia...

O fim está mais perto do que se imagina.
A vida me cansou....
os labores doeram...
cansei.... cansei... cansei...
Por que insistir com aquilo que é invitável?
É mais fácil abaixar a cabeça e render-se!
Deixar-me ser conduzido ao ultimo estágio da existência!

Contudo, irei sabendo que a história se tornaria livro!
Amei, fui amado!
Construi mas também destruí!
Acertei mas também errei!
Ri mas também muito chorei!
Andei mas acabei parado,
estacionado como carro quebrado!

Tive o controle mas mãos,
mas em algum momento perdi a razão
e o controle deixou de ser meu então!
Tudo se seguiu desgovernado,
Como um pedaço de papel ao vento jogado!
As nuvens carregadas tornara-se fardo irrefutável!
A ruína está bem diante de mim,
isto é fato inquestionável!

No meu céu só restou a neblina,
tudo passou, tudo se foi, tudo se perdeu...
nada restou para que justifique a resistência!
As armas se perderam...
A energia se gastou...~
O fogo então se apagou!

Para onde é uma pergunta que não se responde,
pois o amanhã se tornou uma incógnita!
não há previsão possível!
O sonho mais lindo foi perdido,
sua esperança foi destruída,
tudo então está perdido!

Falta-me a alegria de um sorriso!
falta-me o brilho mais bonito,
Tudo se foi...
Existir para quê?
A história acaba aqui...
A poesia se cala para dar lugar ao luto eterno;
O drama de uma alma vazia,
pela ausência daquilo que lhe era mais belo!

Em algum lugar escreverão meu nome,
como a lembrança de algo que nunca some,
em um luto que sigo por mim mesmo,
andando por aqui e ali, caminhando a esmo!
Este é o preço da maior falha,
Desonra é como fogo que rápidos e espalha!
Ninguém lembrará da história,
mas sempre pensarão naquele que perdeu a sua maior glória!

Eu diria: "Adeus, mundo!" - se eu pudesse;
Mas alguém me escutaria?
Isto não é só relativo,
é como se de alguma forma eu soubesse,
que a estrada está vazia!
Por ela terei de vagar de forma solitária!
Sem saber par aonde ir,
onde chegar ou ficar,
não há mais destino a se buscar,
somente fatos a se aceitar!
Mas isto já não importa...
De cena saindo,
sem erguer a cabeça para não verem minhas lágrimas...
Apenas seguindo... vagando...
Sem pressa...

sexta-feira, 28 de março de 2014

POR QUE CHORO? - republicação


lagrima_homem[1]
Ao seguir na estrada dessa vida,
Sinto no coração um aperto,
Meu ser se derrama em lamentos,
Aas minhas lágrimas anunciam meu choro...
Choro por uma luz que se esvai,
uma estrela que cai,
pela vida que se vai,
pelo sorriso que não se dá!
Choro pela alegria de um amanhecer
e pela solidão ao entardecer,
pelo crepúsculo solitário que antecede a noite entristecida pela tua ausência,
por precisar sentir você,sentir a sua essência!
Choro pelo cântico da ave solitária,
pelo beija-flor que me visita,
pela beleza de uma linda pétala da rosa vermelha,
pelo seu corpo que me excita!
Choro pelo amor vivido,
pelo momento jamais esquecido,
pelo prazer ao seu lado sentido,
por amor que por você fui possuído!
Choro pela criança faminta,
pelo rico egoísta,
por essa mundo perdido,
por aquele que ama sem ser correspondido!
Choro pelo abraço materno que não tive,
pela amizade perdida,
pela falsidade que há no mundo,
pelo amor que não esqueço por nenhum segundo!
Choro pelo colo que recebi,
pois estando perdido fui achado,
pela segunda mae que Deus me deu,
por nenhum momento fui desamparado!
Choro pela forca do amor que descobri em você,
pela sua voz que em meus ouvidos é seu louvor,
pela nova vida que me ensinou,
pela saudade que sentindo estou!
Choro porque chorar é uma virtude,
que me faz sentir as lagrimas que agora me molham o rosto;
Choro pela minha poesia,
chorar é uma maestria!
O maior dos homens chorou,
por amor,
por compaixão,
pela dor,
e por nos estender a mão...

terça-feira, 18 de março de 2014

Banco de praça - Homenagem a memória de Milton Araújo Rabayoli

Saudades de meu pai, hoje estaria com 102 anos de idade...
Milton Araújo Rabayoli, ex-combatente da 2ª Guerra Mundial.

Hoje me lembro com saudade,
do tempo que longe vai,
onde eu o via sempre ali,
com suas mãos ainda que tremulas,
sempre nervoso, agitado, falando muito,
Mas jamais cabisbaixo...
Sua atitude era de um atleta em fim de prova,
mesmo não chegando em primeiro lugar,
mas vencendo os obstáculos,
Sendo exemplo e perseverança e de trabalho...
Tu era o cara, que mesmo se arrastando
Jamais abandonaria seu fardo!
Seus olhos azuis que me encaravam no profundo,
parecia descobrir meus segredos,
sua voz forte que me aconselhava,
seus sermões intermináveis,
recheados de palavras aqui impronunciáveis...
Mas sua presença que me dava força,
me fazendo sentir me maioral!
Ali estava ele,
meu pai quase imortal!
Sentado no banco da praça Costa Pereira,
era como se ele completasse o postal do teatro,
ou mesmo como um ícone invisível
tudo se tornava pequeno ao seu lado!
Cada momento com ele era inesquecível...
Cada palavra dele era memorável!
Ainda ouço sua voz em minha mente me dizendo:
“Levanta, menino...
O verdadeiro campeão não é somente o que levanta o troféu,
mas é todo o que consegue cruzar a linha de chegada!”
Suas histórias de uma guerra passada,
enchiam-me os ouvidos como musica sagrada...
Sua mão que raramente parava de acariciar meus cabelos,
o segurar forte em minha mão que espremia meus dedos...
O abraço que dele nunca me foi negado...
Ah, meu pai... fostes um exemplo a ser notado!
Um guerreiro que jamais cambaleou,
e mesmo sendo para mim o maior dos homens,
era um homem simples que muito errou,
mas de alma tão boa e nobre,
a honestidade era seu lema
entre ricos e pobres...
Jamais me esquecerei da ultima vez que lhe vi,
ali mesmo no banco da praça...
Em meio aos transeuntes que passavam,
debaixo de um sol que ardia como sarça,
seu olhar profundo me cobriu de cima em baixo
ele agarrado estava em meu braço...
Parecia que sabia que era hora de dizer adeus,
era como se me dissesse:
Viva bem os dias seus,
não tenha medo de errar,
mas se for errar erre direito,
pois as conquistas na vida nem sempre são como tiros certeiros!
Ah, paizinho...
A vida para nós não fora generosa...
Mas nem por isso lamento
pois eu me lembro de que antes de tu ir embora
disse-me as palavras que jamais esqueci:
Homem também chora!
Quantas vezes eu quis ter você por perto,
só para me ensinar o que fazer,
quando me parece que na estrada vou perecer,
quando não sei como fazer o certo,
quando o medo me toma por inteiro,
e me sobrevém o cansaço,
e já não sei descinir entre o certo ou o incerto!
E desesperado, eu preciso daquele seu saudoso abraço,
ou mesmo daquele seu afago,
que me fazia se sentir valorizado...
Ah, tu que me deu nome que nem meu era,
e que me ensinou a a lutar pelo o que eu fosse acreditar,
foi você que me ensinou a esperar,
e mesmo sendo ateu,
me ensinou a reagir e levantar;
E que quando nada mais houvesse a fazer
eu não deveria deixar a esperança morrer
pois um milagre poderia acontecer!
Hoje eu me apego a seus ensinamentos,
me apego a todo esse sentimento,
que trago aqui dentro de mim...
A saudade que tenho de você é um triste tormento!
Mas de ti eu jamais me esquecerei...
Por nenhum instante, nenhum momento!
Irmãos, podemos ter vários,
amigos, podemos ter muitos,
namoradas podemos ter um sem numero...
Mas pai só tem um só!
Ele é o cara que nos ensina
a escrever a história mais linda:
em meu coração tu estará pra sempre,
com seu sorriso disfarçado,
com a sua história mais bonita,
e mesmo o seu caloroso abraço!
Essa é a lembrança de amor mais infinita!
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Homenagem em memória de Milton Araújo Rabayoli, meu pai…
(1912-1992)